Ú cão foi quem butô pa nóis bebê
Abril 24, 2008
Tá. Tudo bem que a gente rodou em lugares inamistosos e estranhos. E tudo bem que cinema é pára-raio de doido. Mas coisas estranhas acontecem com um pouco menos de frequência, eu acho.
Na quinta-feira, rodando a cena do atropelamento, um carro pára próximo da barreira e do nada, uma moça sai gritando: “Daaaaaaaaaaaniiiiiii!!!!” Dani, pra quem não sabe é a super mega hiper blaster produtora e gente fina que entre outras coisas descolou um bebê que não chorava e uma locação pra garagem tarde da noite. Então. Lá foi Dani encarar uma moça bêbada às quatro da manhã. Ela explicou que era um filme e tal: “Essas luzes aqui, não é de boite, xuxu.” Automaticamente, a ébria entrou numas: “Cinema? Quero ver o Selton Mello! Chama o Selton Mello!” Daqui a pouco ela estava pegando os cones de isolamento e atirando longe. Em algum momento, quando percebeu que não ia rolar Selton Mello, ela se acalmou e foi embora.
Na sexta, rodando na rodoviária, o sol chegando, pressão… E aí aparece um senhor encrencando com Acácio, o técnico de som. Ele queria saber com quem Acácio já tinha trabalhado e grudou no pessoal da produção até levar um tripé de câmera com ele pro chão. Sorte, nada aconteceu, nem com ele, nem com o tripé.
Talvez tenha sido a camiseta de Murilo.
Acácio e o tio: “Vochê já trabalhô co Barretão?”

Rá…
Nada… Dani arranja tudo entre família… A moça bafão na rua e o tiozinho bebado da rodovíário… tuuuuuudo primo dela… hohoho